quarta-feira, 30 de junho de 2010

irmandade!

Se tem uma coisa que eu me sinto feliz em dizer é quando digo que graças a Deus eu tenho um irmão! É, um irmão! Fico imaginando como eu seria sendo sozinha, filha única... Nossa senhora ! Seria mais chata, mais mimada, mais mandona, mais ciumenta, mais cabeça dura do que já sou.. Ter um irmão me preparou para a vida, me ensinou a respeitar as diferenças, a saber que eu não sou única, que o mundo não gira em torno do que eu quero, do que eu gosto, principalmente que muitas vezes ao querer algo, devo levar em conta o todo, o grupo. Quando você tem irmãos você descobre que nem tudo que está na geladeira pode ser devorado apenas por você, aprende que quando tem algo que está acabando você tem que perguntar a ele se ele também vai querer, apesar de muitas vezes ele não fazer o mesmo, e basta gritar “manhhêêê”  tudo é resolvido. Aprendi que no natal não adiantava pedir o presente mais caro que estivesse sido lançado, porque teria mais um pedindo presentes caros, então foi assim que fui aprendendo a pesar os meus desejos, para que em parte eles se realizassem.  São eles que estão presentes nas maiorias das fotos, são eles que te ensinam que morder machuca, que soco machuca, que xingar ofende, e principalmente que de certas pessoas nós podemos falar mal e mais ninguém.
Hoje, percebo que além de ter tido um irmão, assim, de sangue, a vida tratou de colocar no meu caminho outros que posso considerar irmãos de verdade! Amigos... que de tão amigos se tornam irmãos e tomam um lugar no nosso coração incalculável! Brigam, protegem, cuidam, brincam, olham, me querem bem! Sempre tem aquele que pode ser 3:30 da manhã de uma segunda feira, se eu ligar, eu sei que ele vai me atender e vai me escutar, mesmo com sono, e vai falar que no dia seguinte irá na minha casa. É aquele que você pode estar em casa, sem grana pra sair, que ele assiste um filme com você só pra não te deixar sozinha. Aquele que te anima com uma simples mensagem de boa noite. Aquele que te aguenta até na tpm! e isso é pra poucos... Chamo-os de irmãos porque gostam de mim como eu sou, com todos os defeitos e qualidades assim como minha família. Estão comigo em todos os momentos da minha vida, perdoam meus atos, riem das minhas besteiras, me alertam sobre meus erros, não me julgam, não me questionam, sempre me perdoam, me ensinam e aprendem. Me modificam e se deixam modificar por mim, para melhor. Me completam, não saem do meu lado. Sentimento recíproco esse da irmandade. Existe ciúme, existe briga, existe afastamento...Porém,  não importa por quanto tempo. E conforme o tempo você percebe quem são os verdadeiros amigos, aqueles que podemos chamar de irmãos. E posso afirmar que não é o tempo que faz eles serem verdadeiros. A vida é feita de fases. Assim como uma roda gigante, a vida não para, as pessoas mudam, sua personalidade muda, e seus amigos mudam. Os verdadeiros permanecem. Todo e qualquer amigo que passar em nossa vida vai passar sozinho, de uma forma diferente, porque como já foi dito, "cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra". Cada amigo que passar, quando for embora, vai levar um pedaço nosso, mas deixará um pedaço de si. É por isso que destino existe, é por isso que as pessoas não se encontram por acaso.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Paixão!

"Não chame o meu amor de Idolatria
Nem de Ídolo realce a quem eu amo,
Pois todo o meu cantar a um só se alia,
E de uma só maneira eu o proclamo.
É hoje e sempre o meu amor galante,
Inalterável, em grande excelência;
Por isso a minha rima é tão constante."
Com exceção das pessoas auto-suficientes, todos nós nutrimos uma paixão por alguém especial. Alguém que faz diferença no nosso dia-a-dia ideal. Ás vezes é uma pessoa próxima, uma mãe, um pai, um filho ou uma filha. Outras vezes, alguém muito distante de nossa realidade. Um astro de cinema, um pop star da musica. São pessoas que a mídia costuma chamar de ídolos. Seres que se destacam da multidão aos nossos olhos e que nos servem, tantas vezes, de exemplo e incentivo.
Gosto de nutrir meu amor pelo meu ídolo. Essa é uma forma de manter uma certa sanidade emocional neste mundo de verdades tão dolorosas e cruéis. Um mundo repleto de episódios de violência. Ter e manter ídolos nos faz pessoas melhores, pois vemos nas pessoas o que elas têm de bom, sua beleza, sua disposição em fazer coisas boas, sua justiça, sua lealdade, seu trabalho, seu amor pelo próximo. Cada um tem um motivo muito especial para cultivar seus ídolos. O meu vai além dos jogos, além do chute na bola, além do rosto bonito. Cristiano Ronaldo foi escolhido por mim, pra ser, acima de tudo, um amor! Parece loucura, me chamem de louca então! Eu não ligo...
No dia-a-dia, muitas vezes, acabamos nos perdendo em tantos compromissos, tantas idas e vindas e tantas responsabilidades que nem paramos mais para pensar nos nossos ideais, nos nossos sonhos de criança. Ficaram tais sonhos mesmo lá atrás, em nossa infância remota? Ficaram enterrados na nossa adolescência? A memória vai se apagando com o tempo, como é natural, e aí esses amores eternos aos ídolos viram um pôster desbotado na parede do quarto na casa dos seus pais. Ou um álbum de fotos amareladas e você jura que guardou com todo o cuidado, mas que não consegue achar de jeito nenhum.
O tempo é um bálsamo que nos obrigada, a cada dia, a olhar para frente, para o que há de vir. Mas também é um perigoso inimigo das doces lembranças juvenis. Restamos buscar um momento sequer em nossas vidas corridas para rememorarmos nossos ídolos e até mesmo para fazermos nascer novos amores platônicos, por que não? Afinal, as experiências da vida nos levam a adotar novos ídolos. Ontem éramos fãs de um certo jogador de vôlei, hoje o preferido é um ator de séries de televisão mais novo do que você! Os tempos mudam, o tempo passa, as prioridades são outras a cada dia.
O que não podemos deixar morrer é essa pura necessidade de identificação com alguém ou algo que nem sempre está por perto. Mas que, com certeza, nos traz uma maravilhosa sensação de bem estar, um sopro de frescor para as nossas atribuladas vidas. Pensamos com carinho, com admiração e até com paixão nos nossos ídolos. Isso nos faz ter um pouco de esperança no ser humano. Nos faz pensar que é possível sermos pessoas melhores, se assim o quisermos e se assim nos dispusermos.
Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro, nascido em 5 de setembro de 1985, é a minha paixão. É aquela necessidade de identificação e idolatração! Podem rir e pode parecer bobagem, mas dessa vida eu não saio sem ao menos ele me ver, nem que seja um relance, questão de segundos, ele olhe pra mim e note minha mão chamando-o rapidamente e perceba o meu sorriso de felicidade ao ganhar um sorriso dele. Amor, fixação, seja o que for... Sempre foi assim, sempre será.


segunda-feira, 21 de junho de 2010

tampouco explicação.


Sou libriana. Gosto de ser livre. Teimosa. Não tente me prender. Me ame. Tenho um instinto meio bicho solto. Sou pra lá de paciente, mas não me peça pra ser idiota. Aliás, ser paciente não é ser idiota! O mundo parece desabar, e ainda há um sorriso de esperança em meu rosto. Sorriso. Posso dizer que é o que me mantém viva. Um sorriso no rosto quando tudo parecer sem lógica, sem explicação. Gosto de ser livre. Liberdade é meu sinônimo. Sou orgulhosa, porém sei quando estou errada ( apesar de odiar admitir ). Sou um tanto quanto confusa. Indecisa. Medrosa. Tenho medo da morte. Não entra na minha cabeça as pessoas, um dia, terem que ir embora. Não existirem mais. Credo. Não gosto nem de pensar. Gosto da vida. De viver. Sempre gostei. Acho que se temos vida, e não vivemos ( eu estou falando de VIVER, não de existir ), disperdiçamos grande parte do tempo que nos resta. Porque o tempo, ah o tempo... esse não dá brecha não! E como já foi dito por Luiz Fernando Veríssimo, meu ídolo, " quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu" .
Tenho necessidade de amigos. Amo-os.  Amigos, amores. Diversão, responsabilidade.
Amei demais. Sofri demais. Chorei demais. Mas nunca me arrependi. Aliás, se tem uma coisa que posso me orgulhar dessa minha personalidade forte, é o fato de não me arrepender de nada que eu faço. Claro, meu coração idiota e minha cabeça mais que teimosa são culpadas de muitas das coisas que poderiam ser evitadas. Mas creio que tudo que acontece na minha vida, bom ou ruim, eu levo comigo, arquivado em uma pasta dentro de mim, chamada ' experiência '. Gosto das coisas do meu jeito. Birrenta. Manhosa. Gosto de me sentir amada. Odeio falta de educação. Odeio gente que se acha. Odeio a falta de humildade no coração das pessoas. A falta de sensibilidade. Odeio crianças na rua. Odeio vê-los morrerem de fome enquanto outros têm como opção strogonoff ou arroz e feijão. Me revolta a violência. A violência relacionada à crianças, mais ainda. Sou sensível. Sou chorona. Gostaria de ter o poder de mudar o mundo. Sonho com um futuro brilhante, e choro se for preciso, pra ver quem eu amo sorrir. Já prometi um dia, que não me preocuparia mais com os outros. Que o que viria em primeiro lugar sempre, era eu. Pensaria primeiramente na minha felicidade. Mas não consigo ser assim. Mania essa de pensar em todos depois em mim. Talvez seja por isso o fato de me decepcionar tanto. Talvez seja pelo fato de querer o bem do outro em primeiro lugar. Talvez seja por achar que todos pensam igual a mim. Engraçado, não é assim. Mas creio que não conseguirei mudar esse meu jeito. Creio que o meu coração é capaz de dar voltas e voltas em mim mesma.
Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado. Inventar mundos, inventar amores. Gosto de sentir alegria inteira. Não gosto de nada pela metade. Pra mim, ou é 8 ou é 80. Faço o que tenho vontade. Me apaixono, e quebro a cara como todo ser humano. Sou péssima com as palavras, meu negócio é escrever. Escrevo o que sinto, escrevo o que vem em mente, escrevo pra não me sentir sozinha. Escrevo porque encontro nas palavras uma segurança, um abrigo. Sinto e quero que um dia eu viva de palavras. Coisa estranha essa. Coisa de gente maluca. Viver de palavras. Mas é isso que eu escolhi pra mim, e como tudo o que eu quis até hoje, vou correr atrás. Sub entendido fica o meu pensamento. O meu querer. Ah... quantos quereres! E assim escrevo minha história. Quero crescer. Estou crescendo. Queria voar. Nasci pra ser livre. Nasci pra ser moleca. Subir em árvore e sem frescuras, brincar. Não gosto de coisa morna. De meias palavras.  Não amo em silêncio. Não quero discrição. Escrevo escondido e escrevo muito. Traço metas. Pulo corda. Tomo sorvete no pote. Choro quando dói. Choro quando não dói. Não tente me entender. Nem eu me entendo. Quer me fazer feliz? me dá um chocolate. Tampouco um sorriso, tampouco uma gargalhada. Sou os dois. Sou e sou por inteira. E é isso.. simplismente isso.

sábado, 19 de junho de 2010

um tanto quanto incomum.

Foi mágico. Vê-lo novamente, e sentir que ele estava sim, um tanto quanto triste. Com saudade. Me abraçou, senti a mesma coisa coisa, ou talvez mais forte, do que todas as vezes que eu o abraço. Senti como se ali, naquele abraço, naquele gesto singelo, nada de mal pudesse me acontecer. Nada, enquanto eu estava ali, nos braços dele, fosse me atingir. É estranho, é algo único, implacável. Eu sei o que eu sou pra ele. Sei também, embora queira esquecer, o que ele é pra mim., e isso é o que torna as coisas mais complicadas do que deveriam ser. Ele me olhava, sentia sinceridade, amor, carinho, angustia, naqueles olhos aflitos num corpo com alma infantil. Vivi cada momento ao lado dele, naquela terça feira, como se não tivéssemos tido uma história antes. Como se fôssemos amigos, bons amigos. Não vou falar, como se parecesse clichê, que ele me fazia sofrer. Não! Eu sofri porque quis sofrer. Ninguém, além de mim, tinha a responsabilidade de parar na hora que tinha que parar. Eu sabia desde o início que tudo podia dar errado. Que tudo podia não acontecer da forma que eu queria.
Cabeça teimosa, coração mais ainda.
Passaram-se 4 dias, e em 4 dias muitas coisas mudaram. Permiti que mudassem. Deixei a vida falar por si só, por me jogar, por arriscar, por não ter a palavra 'medo' uma vez se quer no meu vocabulário. Concedi a uma pessoa, não a missão, mas a chance de me fazer feliz. A missão de eu ser feliz, é minha. Independente dos outros. Decidi que se eu não der uma chance a quem queira realmente me 'ter' na sua vida, eu não saberia nunca como teria sido, se daria certo..
Pois bem, sábado. Ele apareceu, assim como nos filmes, de surpresa na minha casa, por volta das 14:00. Estava pronta para durmir. Ouvi a batida na porta, e disse para entrar. Meu coração palpitou, minhas mãos suaram frio. Como se ali, naquele momento, eu gostaria que houvesse uma passagem secreta ou algo do tipo debaixo do meu edredom. Como se eu quisesse fugir. Não dele. Fugir do que poderia ser evitado: mais uma lágrima. E foram milhares delas quando ele olhou pra mim, e pediu pra que não saísse da vida dele, que a mesma, só teria sentido comigo ao seu lado. Ouvir isso de alguém, já coloca uma responsabilidade dentro do nosso coração. Como se nós não estivermos por perto, a vida daquela pessoa não fará sentido algum. No momento, eu só consegui chorar. Não consegui dizer a ele, uma palavra que o comovesse, acho que o meu olhar dizia tudo, e como ele, mais do que ninguém, sabe interpretar o meu olhar, eu fui compreendida. Só queria hoje, não existir. Só queria que tudo se resolvesse, que tudo acontecesse da maneira que em sonho, eu imagino. Queria, por um momento, ser forte. Queria que as coisas ruins fossem embora.
Sempre que coisas ruins acontecem, uma série de questionamentos é gerada. Procuramos entender o porquê dos acontecimentos, mas nem sempre temos respostas.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.
A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Me acostumei com ele, me acostumei com a companhia dele. E como de costume, não disse naquele sábado, que eu o amava... Mas ele sabe, eu sei que ele sabe.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A pessoa errada.


Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente. Existe uma pessoa que, se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certinho. Chega na hora certa, Fala as coisas certas, Faz as coisas certas, Mas nem sempre a gente está precisando das coisas certas. Aí é a hora de procurar a pessoa errada. A pessoa errada te faz perder a cabeça, fazer loucuras, perder a hora, morrer de amor. A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar, que é pra na hora que vocês se encontrarem a entrega ser muito mais verdadeira. A pessoa errada é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa. Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas. Essa pessoa vai tirar seu sono mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível. Essa pessoa talvez te magoe e depois te enche de mimos pedindo seu perdão. Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você. Vai estar o tempo todo pensando em você. A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo, porque a vida não é certa, nada aqui é certo.O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo. E só assim é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo" Quando na verdade tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente...

sábado, 5 de junho de 2010

ponto de paz.

Eu não sei te olhar, sem querer te beijar.
Eu não sei te tocar, sem querer te abraçar.
Eu não sei respirar, sem sentir o seu ar.
Na verdade eu não sei viver sem você!
Não precisa dizer o que eu quero escutar,
Só apenas pensar e eu vou entender.
Eu só quero saber se você vai me corresponder.
Porque eu te quero muito mais,
Com certeza você é meu ponto de paz, me acalma..
Só de dizer que está tudo bem
(eu te amo como nunca amei alguém)
Porque eu te quero muito mais
Com certeza você é meu ponto de paz, me acalma
Só de dizer que está tudo bem
(eu te amo como nunca amei alguém)
Diz tudo, diz nada. Conversa fiada.
Eu gosto é de dar risada com você.
De longe, de perto, coração aberto,
Você pode entrar quando bem entender.
Criadora da magia, da sedução, veio e me enfeitiçou.
E agora é dona do meu coração. Hoje eu vou dar uma festa,
Você está convidada.
Essa festa é minha e sua.
Sua presença é esperada.
Você me ensinou o que é gostar de verdade.
Antes o que era sonho se tornou realidade.
Pode chover, trovejar, não vou ligar, pois se estiver do meu lado,
eu vou pra qualquer lugar.